Sábado, Fevereiro 19, 2005
Audiência
Sexta-feira, Fevereiro 18, 2005
Mais CDS
No comício de encerramento da campanha nacional do CDS/PP, hoje à noite em Aveiro, José Ribeiro e Castro, candidato por Portalegre, transmitiu palavras de confiança que ouviu de eleitores do distrito e concluiu que "as pessoas sabem que, diante das dificuldades e incertezas, a alternativa não é PS, a alternativa é mais CDS!"

No comício, falaram também, entre outros, os candidatos cabeças-de-lista por Évora, Sara Sepúlveda da Fonseca, e por Setúbal, Nuno Magalhães, que sublinharam respectivamente os compromissos do CDS com uma política de valores - em especial, a família e o direito à vida - e com a garantia da segurança dos portugueses e da qualidade ambiental, sem regressos à "obsessão socrática" da co-incineração.
O líder do CDS, Paulo Portas, encerrou o comício e a campanha eleitoral, enunciando - de A a Z - várias notas e destaques do discurso e das propostas democrata-cristãs para as eleições de 20 de Fevereiro. Reafirmou o objectivo eleitoral de ultrapassar os 10% e sublinhou que "cada deputado ganho pelo CDS é um deputado a menos para o PS" e a "garantia absoluta de que não há maioria absoluta de um só partido".
[ler RR ]
Distrito de Portalegre: turismo de qualidade, desenvolvimento sustentável
Os candidatos do CDS/PP pelo círculo de Portalegre defendem a valorização dos recursos locais na óptica do turismo, envolvendo a gastronomia, o vinho, a hotelaria, o turismo rural e de habitação e o património coudélico nacional (coudelaria de Alter e coudelarias privadas). Além disso:
Criação de circuitos e programas turísticos integrados envolvendo os diferentes sectores.
Valorização dos produtos regionais com criação de valor acrescentado; apoio à captação de mercados seleccionados quer para a exportação, quer para a captação de fluxos turísticos; renovação das pequenas indústrias tradicionais.
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Carlos Godinho e José Ribeiro e Castro
Encerra campanha pelo Novo Alentejo
A campanha do CDS no círculo de Portalegre encerrou, hoje, ao princípio da tarde, depois de concluídas as visitas aos últimos concelhos. Os candidatos democrata-cristãos José Ribeiro e Castro e António João Raposo voltaram a ser objecto de manifestações de simpatia por parte dos eleitores que os abordaram. Ribeiro e Castro, o cabeça-de-lista, concedeu ainda duas entrevistas de balanço à Rádio Portalegre.
CASTELO DE VIDE
MARVÃO (Stº. António das Areias)
AVIS
Quinta-feira, Fevereiro 17, 2005
Portalegre: JP na linha da frente
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Simpatia cresce em torno do CDS
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PONTE DE SÔR
Na estrada
ALTER DO CHÃO
CRATO
CABEÇO DE VIDE
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Setúbal em movimento
Ontem, a caravana do CDS/PP, depois do grandioso comício da véspera, prosseguiu em intensa actividade, visitando, no Barreiro, a Casa dos Rapazes, a Santa Casa da Misericórdia e o cais dos barcos e, no concelho da Moita, a Escola Secundária de Vale da Amoreira (Baixa da Banheira), a Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros e a AmarSul.
Para que Portugal não volte atrás…
Partamos para eleições em base zero!
- um artigo de João Titta Maurício *
Esta terça-feira, decorreu o único debate entre os líderes dos principais partidos. Dele houve um claro vencedor: o bloco do centro-direita! Mas, no entanto, as sondagens (Ai,… as sondagens!) parecem indicar um sentido de voto penalizador da actual maioria. Aquela a quem coube a responsabilidade de governar o País durante esta infernal travessia do pântano – o mesmo que assustou e provocou a vergonhosa debandada da “tralha guterrista”… ora ávida de recuperar posições no governo de um País que reputam em crise!
Os socialistas dizem – ou confessam… – que o resultado que julgam poder obter neste Domingo será «não a favor do PS, mas essencialmente contra o Governo actual». Ora essa seria a última das razões invocáveis: será que se pode olhar para estes 6 meses (ou mesmo, 2 anos e meio) e, honestamente, culpar este Governo pelos males dos – pelo menos – últimos 30 anos?!? E quem, acusadoramente, aponta o dedinho? Os líderes e os maiores responsáveis políticos nesses 30 anos! E porque ninguém lhes pergunta onde esteve guardada tanta “competência” que não a vislumbrámos nos tempos em que, democraticamente, o Povo neles depositou as suas esperanças… e o Poder? Qual a solução que propõem e quem sugerem que seja o protagonista? E porque será que (quase) todos os “senadores” são unânimes na sugestão… e, todos eles, co-responsáveis governativos no passado recente do País?
O debate desta terça-feira demonstrou que a “esquerda”, o PS e o Eng. Sócrates não estão preparados para governar Portugal. O PS não porque as suas propostas mais não são que vacuidades, lugares-comuns ou vagas indicações de propostas não explicadas e marcadas para data incerta! E, para concretizarem tal “programa”, não são modestos no pedir: a “tralha guterrista” abandonou o barco à vista do pântano e agora propõe-se continuar o “serviço”… mas com maioria absoluta!?! A “esquerda” também não, pois este PS (versão “rosa-pálido”) é incompatível com os programas quer da proposta “vermelho-rétro” (a esquerda-extrema, o PCP disfarçado de CDU), quer da ficção “vermelha-psicadélica” (os radicais do PSR e UDP… convenientemente travestido de BE). Nunca seriam uma solução de Governo: ou os extremistas e/ou os radicais vendiam-se por um “prato-de-lentilhas”; ou o PS adoptava as propostas daqueles e o País era governado ao sabor das utopias, num regresso à versão do «manicómio em auto-gestão»!
Alguém de bom-senso, seria capaz de escolher estas “esquerdas” para vossa administração de condomínio? Então como poderiam – agora – pretender voltar a atribuir-lhes o Governo do País? Só por um dispensável masoquismo ou uma mórbida curiosidade científica…
Goste-se ou não, a verdade – tornada evidente no debate a 5 – é que só o centro-direita demonstrou capacidade e projectos para o futuro de Portugal! E há uma solução estável e coerente de governação. Se não passar por aqui a opção maioritária dos eleitores… Portugal perderá o rumo do Progresso.
Mas, ainda assim, dos 2 partidos do bloco de centro-direita, qual será a melhor opção. Porque não, para variar, aquele que é um penhor de uma forma de fazer política alicerçada na defesa das Virtudes e da preferência pela Vida, com a sua preocupação centrada nos jovens e na classe média (sectores que, cada um, fornecem a ousadia e o dinamismo, a ponderação e o pragmatismo indispensáveis a uma solução correcta de Progresso), que aposta na Liberdade escolha no ensino. Um partido que, com a competência de quem tem um programa e uma equipa, pela estabilidade e sentido de Estado que demonstrou, provou saber e merecer a responsabilidade de governar Portugal.
E se encarássemos estas (e todas as) eleições de modo a que cada partido partisse com zero votos. É evidente que não estou a insinuar que as urnas já têm votos que foram ilicitamente introduzidos. Não! O que estou a defender é a supressão de barreiras, do tipo “bairrismo” ou “clubismo”: ao contrário dos jogos da bola, e com excepção de alguns com “cartão-na-carteirinha”, não serve de nada ganharem os “nossos”. Nestas coisas ou ganhamos todos ou perdemos todos, pois – ainda que, a curto prazo, alguns “ganhem” com isso – o País… e todos nós. O CDS provou ser um partido responsável, eficaz na resolução dos problemas e na procura de soluções. Não é disso que Portugal e os portugueses (do Presente e do Futuro) precisam? Não é isso que Portugal e os portugueses procuram?
Para quê procurar mais quando a tantos a solução parece evidente? Apenas porque tem votado noutras opções? Resposta legítima, mas de acomodação feita! Se – também a si – o CDS surpreendeu pela positiva (não embarcando na campanha de insultos e fazendo da prestação de contas e da demonstração dos resultados das suas responsabilidades governativas), se acha que o Futuro é um desafio e uma oportunidade…porque espera para dar mais força ao CDS? Se não o fizer agora, outros poderão ganhar… e governar como você não gosta… e então a quem se irá queixar?
Vá lá, por uma vez vote com razão!
* João Titta Maurício é professor universitário e vice-presidente da CPD do CDS-PP/Setúbal
[ver em Rostos online ]
Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005
Amanhã: campanha CDS percorre o distrito de Gavião e Ponte de Sor a Sousel
Mais uma jornada em cheio, com o CDS a crescer nas terras alentejanas.
Festa CDS desce à rua em Elvas, Arronches e Portalegre
As ruas das cidades de Elvas e Portalegre e da vila de Arronches foram hoje animadas por uma alegre e entusiástica comitiva CDS que contactou demoradamente os eleitores, transmitindo a mensagem do partido com vista às eleições do próximo dia 20 de Fevereiro.
Os candidatos José Ribeiro e Castro e Carlos Godinho, acompanhados por dezenas de militantes do partido e por um grupo de bombos e tambores, atraíram a curiosidade dos eleitores, proporcionaram momentos de alegria, convívio e esclarecimento pessoal, marcaram uma vez mais a diferença e foram alvo de contínuas manifestações de simpatia.
As fotografias falam por si. Um excelente augúrio para o voto no domingo.
ELVAS
ARRONCHES
PORTALEGRE
Ribeiro e Castro ao lado do Instituto Politécnico de Portalegre
José Ribeiro e Castro, que, além de cabeça-de-lista pelo círculo de Portalegre, é também o responsável sectorial pela Educação na equipa de governo do CDS, reuniu com dirigentes do Instituto Politécnico de Portalegre, inteirando-se das suas principais realizações e anseios prioritários.
A reunião, em que participou também o candidato número 2 do partido, dr. Carlos Godinho, decorreu em ambiente de grande franqueza, cordialidade e abertura. Pelo lado do IPP, a comitiva do CDS foi recebida pelo respectivo Presidente, dr. Nuno Oliveira, bem como pelos dirigentes da ESEF (Enfermagem), profs. Graça Gama Pereira, José Costa e Filomena Palmeiro, da ESTG (Tecnologia e Gestão), dr. Patrício Vilar, e da ESAE (Agrária de Elvas), prof. Mondragão Rodrigues.
Ribeiro e Castro quis aprofundar, nomeadamente, a informação a respeito dos níveis de empregabilidade dos alunos à saída dos diferentes cursos, bem como as relações de cooperação transfronteiriça já estabelecidas com escolas superiores das províncias vizinhas de Espanha. E, depois de reafirmar como o politécnico é uma das apostas principais do programa eleitoral de Governo apresentado pelo CDS, terminou a visita, agradecendo a hospitalidade com que a comitiva do partido foi recebida e expressando o seu apoio e estímulo a uma instituição que se tem afirmado como um importante pólo de desenvolvimento e de qualificação do interior.
Ribeiro e Castro, Nuno Oliveira (presidente do IPP) e Carlos Godinho
CDS renova profundo compromisso social
O cabeça-de-lista do CDS/PP pelo círculo de Portalegre, José Ribeiro e Castro, acompanhado pelos também candidatos a deputado Luís Abreu e António João Raposo e pelo delegado distrital do partido, Luís Pinto, reafirmou, hoje, em Elvas, os princípios fundamentais e as grandes orientações da política social do CDS, pondo em destaque o apoio prioritário que os democrata-cristãos desde sempre consagraram ao voluntariado social e ao trabalho das instituições particulares que assistem, de modo humanizado, os mais carenciados.
Estes aspectos foram sublinhados, hoje de manhã, durante a visita à APPACDM, onde a comitiva democrata-cristã foi recebida pelos dirigentes sr. António Escarduça, dr. Joaquim Mendes e profª. Ana Maria Bagulho.
A direcção da APPACDM expressou o seu reconhecimento à então secretária de Estado da Segurança Social, indicada pelo CDS, drª. Teresa Caeiro, que visitou há cerca de um ano a importante instituição elvense e cuja sensibilidade, abertura e apoio mereceram amplos elogios. Ribeiro e Castro disse que “essa é justamente uma marca CDS na área social”, de que todo o partido se orgulha. E reafirmou que, “no caso de, como esperamos, voltarmos a ter responsabilidades governamentais nesta área, esse mesmo apoio e apurada sensibilidade voltarão a ser uma realidade, com mais força e mais ânimo”.
No final da visita, os candidatos do CDS agradeceram aos dirigentes e quadros da APPACDM o trabalho notável que desenvolvem em prol das pessoas com deficiência do Norte Alentejano e puseram em destaque os traços de pioneirismo que se evidenciam em muitas linhas da sua importante acção educativa e social, bem como dos equipamentos mais modernos recentemente inaugurados.
Ribeiro e Castro, Luís Abreu e o dirigente da APPACDM, António Escarduça
Novo impulso nas relações económicas transfronteiriças

Decorreu em ambiente de grande convergência de pontos de vista e de orientações futuras o encontro do cabeça-de-lista do CDS pelo círculo de Portalegre, José Ribeiro e Castro, com as comunidades empresariais do distrito e da província vizinha da Extremadura espanhola.
A reunião, que decorreu na sede do NERPOR, teve como objecto o desenvolvimento das relações transfronteiriças nos planos da cooperação empresarial e da criação de um mercado integrado de emprego.
Ribeiro e Castro expôs o trabalho que tem desenvolvido, a partir do Parlamento Europeu, com vista a instalar o mais cedo possível uma estrutura EURES-T (Eures-Transfronteiriço) que sirva, em especial, as relações de emprego entre o Norte Alentejano e a Extremadura. Referiu a pressão que tem mantido sobre a Comissão Europeia nesse sentido, desde que foi relator parlamentar neste domínio em 2001, e os progressos já realizados no biénio 2003/04, bem como os desenvolvimentos que se prevêem para 2005/06. E sublinhou que, neste caso, "é indispensável continuarmos a pressionar no sentido de que a Comissão entenda de vez que a estrutura EURES-T não deve vir atrás de fluxos transfronteiriços já preexistentes, mas deve ela própria servir de motor ao seu desenvolvimento como precioso factor de dinamização da economia regional".
Por seu turno, quer Jorge Pais - do lado português -, quer José Maria Lopez-Lago Romero - do lado espanhol -, historiaram o contínuo empenho das comunidades empresariais reunidas no NERPOR e nas CREEX e COEBA no sentido desse desenvolvimento, destacando o seu papel pioneiro já desde 1986. Ambos apoiaram a ideia de instalação de uma unidade EURES-T na fronteira comum e criticaram que alguns programas comunitários conexos, como o INTERREG, privilegiem demasiado as iniciativas públicas e dêem pouco apoio a projectos empresariais.
Ribeiro e Castro concordou e referiu que, já no seu relatório no Parlamento Europeu, esse mesmo aspecto tinha sido sublinhado, recomendando-se que os programas comunitários nestas regiões passem a ser geridos de forma articulada com o propósito de incremento das relações económicas e de emprego transfronteiriças e, por conseguinte, com uma maior quota para projectos empresariais.
José Ribeiro e Castro, depois de revelar os compromissos já conquistados junto da Comissão Europeia para 2005/06, afirmou estar certo de que "se o CDS reunir, após estas eleições, o apoio necessário, o EURES-T no Norte Alentejano será uma realidade, o mais tardar, em 2007."


José Ribeiro e Castro (CDS/PP), José Maria Lopez-Lago Romero (CREEX e COEBA) e Jorge Pais (NERPOR)

O mapa actual das estruturas EURES-T mostra bem como está quase completamente descoberta a fronteira luso-espanhola
[ o que é o EURES | o EURES-Transfronteiriço | o exemplo Minho/Galiza ]
Norte Alentejano: estruturar quatro grandes pólos económicos
Comércio – ELVAS - criação de área de Distribuição Logística à entrada do país com possibilidade de distribuição em todas as direcções: Norte, Centro e Sul; ligação à rede ferroviária internacional;
Indústria – PONTE DE SÔR - desenvolvimento do potencial industrial da zona, criando sinergias entre indústrias instaladas, atraindo novos investimentos e potenciando o emprego;
Serviços – PORTALEGRE - aproveitamento de estruturas existentes na óptica de aproveitamento dos cursos da ESTG apoiando a criação de pequenas empresas com capacidade de apoiar o comércio e a indústria (informática, manutenção industrial, formação, etc.), não só do distrito, mas expandindo a sua actividade às regiões limítrofes;
Agricultura – ALTER DO CHÃO / FRONTEIRA / SOUSEL - criação de uma rede de apoio à comercialização dos produtos da agricultura e da pecuária, nomeadamente através da coordenação de associações de produtores, que integre igualmente centro de formação, de desenvolvimento e apoio técnico.
Terça-feira, Fevereiro 15, 2005
Amanhã: campanha retoma em Elvas e segue para Portalegre

S. Pedro do Corval: CDS apoia artes e ofícios tradicionais

A campanha do CDS/PP do distrito de Évora visitou uma olaria em S. Pedro do Corval, onde a candidata cabeça-de-lista por este distrito - Sara Sepúlveda da Fonseca - pôde comprovar quão difícil é esta “arte alentejana”, mas também pôde igualmente comprovar que os irmãos que dirigem a olaria visitada são dois jovens empresários alentejanos que, herdando o negócio da família, não só o continuaram como o desenvolveram com sucesso. Estes jovens gerem a sua empresa e, além disso, executam directamente o trabalho mais especializado para corresponderem às muitas e constantes encomendas internacionais que recebem, em razão da grande qualidade do seu produto.
A candidata democrata-cristã pôde ainda aperceber-se o quão difícil é para os dois irmãos continuarem a manter o número de encomendas que lhes são solicitadas devido à enorme dificuldade que enfrentam não só no recrutamento de aprendizes nesta arte, como de profissionais da mesma. E aproveitou, assim, para desenvolver as linhas do programa do CDS em matéria de ensino profissional e, em especial, de ensino das artes e ofícios tradicionais.

Campanha do CDS/PP em Reguengos de Monsaraz
Uma comitiva do CDS/PP do distrito de Évora, onde se integravam os candidatos às próximas eleições legislativas, deslocou-se a Reguengos de Monsaraz, onde contactou com diversos viticultores e olivicultores.
A cabeça-de-lista por este distrito - Sara Sepúlveda da Fonseca – pôde, assim, não só responder a diversas dúvidas que lhe foram postas, como prestar esclarecimentos sobre o porquê da sua candidatura. Nomeadamente, sublinhou a determinação do CDS/PP em querer assumir responsabilidades também em relação ao Alentejo, porque “o que é bom para Portugal será bom para o Alentejo e será bom para este distrito”.
Sara Sepúlveda da Fonseca continuou, dizendo que, em 2002, 8,5% dos eleitores portugueses fizeram uma escolha útil ao votar no CDS/PP porque, assim, puderam eleger :
- Uma política séria de prevenção rodoviária ( que já salvou muitas vidas)
- A revisão dos escalões do IRS (registando-se a 1º descida em 2005)
- A justiça aos ex-combatentes (tendo já 100.000 recebido o complemento de pensão)
- A convergência entre as pensões mais baixas e o salário mínimo (fazendo com que 2004 e 2005 sejam anos melhores para os pensionistas)
- A criação do 13º mês do abono de família para as famílias mais desfavorecidas
- A recuperação de empresas falidas como as OGMA e os Estaleiros de Viana do Castelo (salvando assim muitos empregos)
- Uma política responsável na emigração com rigor na entrada mas com humanidade na integração
- O reconhecimento das Forças Armadas e o seu reequipamento na defesa da soberania de Portugal.
Cada voto no CDS/PP foi, portanto, útil a Portugal, pois foi um voto no trabalho, na competência e na estabilidade.
Por fim, Sara Sepúlveda da Fonseca, após ouvir os diversos problemas ligados aos sectores agrícolas, fez um apelo a todos os que, por qualquer razão ou dúvida, ainda poderão estar indecisos quanto à escolha que possam fazer no dia 20 de Fevereiro. Dirigindo-se particularmente aos democrata-cristãos alentejanos apelou a que votem em consciência e em coerência com os valores que defendem porque sabem que só no CDS/PP têm a sua representação, só o CDS/PP os defenderá na Assembleia da República e só o CDS/PP garantirá que políticas seguras e valores fundamentais não sofrerão forte abalo no próximo Parlamento.
Sara Sepúlveda da Fonseca acredita também que não serão somente os democrata-cristãos que optarão pelo CDS/PP, mas todos aqueles que reconhecem que, depois da última experiência de governação, depois da obra feita pelo CDS/PP enquanto partido de governo, o cenário político actual se alterou. Durante muito tempo, os eleitores tinham habitualmente só duas hipótese de escolha: PS ou PSD como partidos de governo. Hoje, o CDS/PP surge como nova alternativa, como nova oferta ao eleitorado.
Ao dar mais força ao CDS/PP no próximo dia 20 de Fevereiro, elegendo um deputado do CDS/PP pelo distrito de Évora, os alentejanos sabem que apostam na competência, na confiança, na estabilidade e na disciplina. É disso que o País precisa e os alentejanos também. Sara Sepúlveda da Fonseca terminou a sua reunião como começou, voltando a afirmar, com muita convicção, que “o que é bom para Portugal é certamente bom para o Alentejo e, portanto, será igualmente bom para o distrito de Évora”, pelo que no Alentejo, tal como em todo o País, votar útil é votar no CDS/PP.
Ribeiro e Castro reafirma propostas do CDS para o Norte Alentejano
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Foi, hoje, emitida pela Rádio Portalegre [ FM 100.5 e 104.5 ] a entrevista com o cabeça-de-lista do CDS/PP, José Ribeiro e Castro, onde este pôde reafirmar as propostas dos democrata-cristãos para desenvolvimento do distrito e no sentido de inverter de modo duradouro e sustentável o ciclo depressivo de desertificação e envelhecimento.
A terminar, Ribeiro e Csatro concluiu: “Se nós, alentejanos, queremos diferente, temos que escolher diferente. E, no CDS/PP, nós somos essa diferença, essa mais-valia, esse valor acrescentado. Sentimos que está a chegar a nossa hora. Isto é, que está a chegar a hora de um futuro mais promissor e mais brilhante para o Norte Alentejano.”
Candidatos do CDS/PP na Barragem de Alqueva
Uma comitiva do CDS/PP do distrito de Évora, onde se integravam os candidatos às próximas eleições legislativas deslocou-se, no passado dia 9 de Fevereiro, à Barragem de Alqueva, numa iniciativa conjunta entre a candidata cabeça-de-lista por este distrito - Sara Sepúlveda da Fonseca – e o candidato cabeça-de-lista pelo distrito de Beja – Guilherme Magalhães.
Do alto do monte, junto à Barragem, foi lançado fogo de artifício, oferecendo, assim, um espectáculo de rara beleza à população, mas também, e sobretudo, alertando, através dele, para as muitas e diversas vertentes e potencialidades económicas, sociais, culturais e recreativas que aquele empreendimento no Alqueva pode oferecer a toda a nossa população.
Segunda-feira, Fevereiro 14, 2005
Suspensão das acções de campanha
Em sinal de respeito e de recolhimento face ao falecimento da irmã Lúcia, o CDS suspendeu as acções de campanha eleitoral até à próxima 3ª. feira.
Em consequência, no círculo eleitoral de Portalegre, estão suspensas as acções previstas para hoje de manhã nos concelhos de Crato, Fronteira e Alter do Chão, que passam para data a anunciar (em princípio, na próxima 5ª. feira).
Mantém-se apenas no dia de hoje a reunião de âmbito transfronteiriço agendada para o NERPOR, com início pelas 16h00, seguida de encontro com os jornalistas às 17h00.
A campanha eleitoral do CDS no distrito de Portalegre retoma a normalidade na próxima 4ª. feira, dia 16 de Fevereiro, com acções nas cidades de Elvas e Portalegre e na vila de Arronches.
Pela irmã Lúcia
Avé-Maria,
cheia de Graça,
o Senhor é convosco,
bendita sois vós entre as mulheres,
bendito é o fruto do vosso ventre,
Jesus.
Santa Maria, mãe de Deus,
rogai por nós, pecadores,
agora e na hora da nossa morte,
Amen.
[ ver Irmã Lúcia, o perfil (RR) | Lúcia, a memória de Fátima (Agência Ecclesia) ]
Domingo, Fevereiro 13, 2005
CDS ao lado dos idosos

Tal como anteontem em Marvão, os candidatos do CDS/Partido Popular voltaram, ontem, nas visitas a Alagoa e Alpalhão, a sublinhar o profundo sentido social do ideário democrata-cristão. Esteve em destaque a política social definida pelo programa eleitoral do CDS e, em particular, a solidariedade com os mais velhos.
José Ribeiro e Castro recordou, em especial, o sentido trecho do programa partidário:
“A justiça social abrange a eliminação das situações de pobreza e de exclusão social que ainda afligem a sociedade portuguesa; (...) uma maior solidariedade entre gerações e uma acrescida coesão social entre regiões; uma mais eficiente e mais justa protecção social aos que se encontram em situação debilitada por doença, no desemprego e na velhice.”


Cooperação empresarial transfronteiriça e mercado regional de emprego
A reunião, em que participam, nomeadamente, Jorge Pais, presidente do NERPOR, e Lopez-Lago Romero, do lado espanhol, além do cabeça-de-lista do CDS/PP, José Ribeiro e Castro, inicia-se pelas 16h00 e decorrerá na sede do NERPOR, na capital do distrito.
Às 17h00, haverá um encontro com os jornalistas no mesmo local.
Durante a manhã, também de segunda-feira, os candidatos do CDS visitam os concelhos de Crato, Fronteira e Alter do Chão em acções de contacto directo com os eleitores.
Uma proposta da JP de Portalegre

Boa recepção ao CDS em Alpalhão e Alagoa

A candidatura democrata-cristã pelo círculo de Portalegre foi bem recebida em Alpalhão e Alagoa, onde contactou com dezenas de eleitores, esclarecendo-os sobre as propostas eleitorais do CDS/PP para a legislatura que se seguirá às eleições do próximo dia 20 de Fevereiro.
A desertificação do interior norte alentejano e os problemas próprios de localidades com uma população envelhecida estiveram no centro destas acções de campanha.

Grândola, Santiago do Cacém e Sines
10h00 – Mercado de Grândola
11h45 – Passeio pelas ruas de Grândola
12h30 – Visita à Casa do Povo/Centro de Dia, em Alvalade do Sado
13h30 – Visita à Casa do Povo, em S. Domingos
14h30 – Visita à Santa Casa da Misericórdia, em Santiago do Cacém
15h30 – Visita à Casa do Povo, em Santiago do Cacém
16h00 – Reunião com a Administração da empresa “Rações de Santiago”
16h30 – Reunião com a Administração do Porto de Sines
17h30 – Reunião com a Quercus
18h30 – Conferência de Imprensa, na sede Concelhia do CDS-PP, em Vila Nova de Santo André
Portalegre: a equipa maravilha

Da esquerda para a direita: José Ribeiro e Castro (cabeça-de-lista), João Malpique (mandatário), Luís Abreu, Carlos Godinho e António João Raposo, candidatos do CDS/PP pelo círculo de Portalegre
