Sábado, Fevereiro 05, 2005
Vem aí água! Até que enfim.
As previsões internacionais apontam para chuva em todo o Alentejo, a partir de hoje à noite ou de amanhã.
Nalguns pontos, as previsões eram de neve.
[ Weather Channel: Gavião | Portalegre | Estremoz | Évora | Vendas Novas | Moura | Beja | Odemira | Sines | Alcácer do Sal ]
Neve não fazia falta. Mas água... que venha e muita!
[ consulte ainda MSN Weather ]
Hoje: todos ao Porto!
Chegou a hora da mobilização geral.
Já não há desculpas: quem tem Portugal e o CDS no coração pode agora demonstrar o seu patriotismo a todos os portugueses marcando presença num comício histórico no Palácio de Cristal pelas 20h00 de hoje, sábado, dia 5 de Fevereiro.
Quem é mesmo democrata-cristão e defende que Portugal precisa cada vez mais de valores humanistas para se afirmar e desenvolver não pode faltar à chamada logo à noite.
Mobilização geral para o Palácio de Cristal!
CNE lança campanha contra a abstenção
Em declarações à Lusa, Fátima Abrantes Mendes, da CNE, disse que, apesar de alguns jornais já terem trazido nos últimos dias anúncios apelando aos eleitores para votarem dia 20, a campanha da Comissão Nacional de Eleições arranca "em força" apenas no domingo, dia do início oficial da campanha eleitoral.
A campanha da CNE, que tem como grande objectivo "o combate à abstenção", irá ser publicitada em jornais nacionais e regionais, rádios, universidades, bares e discotecas, entre outros locais.
Católicos lançam carta aberta a eleitores
Com a devida vénia, transcrevemos uma notícia de Rosa Pedroso Lima, na edição do Expresso de hoje:
Um grupo de católicos - entre os quais Ernâni Lopes, Braga da Cruz, João César das Neves e Maria José Nogueira Pinto - lança hoje uma carta aberta aos eleitores, apelando ao voto nas Legislativas com «discernimento responsável». O aborto, o casamento entre homossexuais ou a adopção de crianças por famílias que não sejam «fundadas no matrimónio monogâmico entre pessoas de sexo diferente» são matérias que o manifesto considera insusceptíveis de «abdicações, excepções ou compromissos de qualquer espécie» dos católicos.Avisando, desde logo, que não pretendem constituir qualquer movimento, os signatários explicam a iniciativa pelo facto de a própria Igreja incentivar a participação política dos leigos. Neste sentido, «a abstenção é uma grave omissão aos deveres de uma consciência católica».
Assim, e dado que a abstenção nas Legislativas está fora de causa, os católicos consideram que qualquer crente deve ter em conta na sua decisão de voto algumas «exigências éticas fundamentais e irrenunciáveis». Deixando bem claro que «o pluralismo político dos católicos não pode ser confundido com relativismo moral», os signatários adiantam algumas das matérias onde, na sua opinião, «a acção política se confronta com princípios morais» a ter em conta. O aborto e a eutanásia são os primeiros salientados como pontos de possível ruptura ética entre católicos e decisores políticos. O «direito básico à vida» e o «dever de respeitar e proteger os direitos do embrião humano» são princípios em que «o empenho dos católicos se torna mais evidente e cheio de responsabilidade».
Mas os signatários vão mais longe e defendem mesmo que deve ser salvaguardada e protegida «a família fundada no matrimónio monogâmico entre pessoas de sexo diferente» contra o que consideram ser «as leis modernas em matéria de divórcio». Para os católicos, «outras formas de convivência» não podem ser colocadas «juridicamente no mesmo plano com a família» nem receber um «reconhecimento legal» equiparável.
A exclusão dos casamentos homossexuais ou das uniões de facto pressupõe, também, a recusa da tutela familiar de menores fora do âmbito do modelo de família tradicional.
Os católicos defendem ainda o direito de liberdade de educação, de liberdade religiosa e defendem uma economia «ao serviço da pessoa e do bem comum» como guias orientadores de qualquer acção política.
A carta, que tem como primeiro subscritor Manuel Braga da Cruz, reitor da Universidade Católica, termina com um apelo ao «discernimento responsável». Francisco Van Zeller, líder da CIP, Lopes Cardoso, antigo bastonário dos advogados, os professores Mário Pinto e Ramos Ascensão, assim como Jaime Nogueira Pinto são outros dos signatários.
[ Clique nas ligações, se quiser ler, na íntegra, e assinar a Carta Aberta de Católicos aos Eleitores ]
Papa melhora e pode falar amanhã
O estado de saúde do Papa, hospitalizado desde terça-feira à noite, continuou a melhorar de quinta para sexta-feira. E o Vaticano prevê que, amanhã, João Paulo II se possa dirigir à multidão que, todos os domingos, se junta na Praça de São Pedro do Vaticano para ouvir a alocução papal.
[ ver Público ]A equipa de NOVO ALENTEJO deseja as melhoras e faz votos pelo completo restabelecimento do Santo Padre.
CP a caminho de ser o melhor operador ferroviário da Península Ibérica
Ser o operador líder do sistema de mobilidade em Portugal no ano 2010 é o grande objectivo estratégico da CP, que pretende nessa altura não estar dependente do Estado e ser competitiva, tanto nos passageiros como nas mercadorias. No final de 2009, segundo o presidente da empresa, António Ramalho, a CP deverá valer 3,2 mil milhões de euros, o que implica uma redução de custos e um aumento da oferta face ao um maior estímulo da procura.
António Ramalho considera três sectores estratégicos dentro da sua empresa: os serviços partilhados (vulgo serviços centrais), as unidades de negócios (CP-Lisboa, CP-Porto, CP-Longo Curso, CP-Regionais, CP Alta Velocidade e CP-Carga) e um centro corporativo que deverá procurar novas formas de relacionamento com os clientes, "alinhar a organização de acordo com critérios de produtividade", melhorar a gestão do material circulante e também "normalizar e contratualizar a relação com a Refer".
Em Beja, o voto é Guilherme Magalhães
Em Aljustrel, em Almodôvar, no Alvito, em Barrancos, em Beja, em Castro Verde, em Cuba, em Ferreira do Alentejo, em Mértola, em Moura, em Odemira, em Ourique, em Serpa e na Vidigueira, toda a gente já sabe: Guilherme Magalhães a deputado! Vamos votar CDS!
Sara Sepúlveda da Fonseca deputada por Évora
As gentes do Alandroal, de Arraiolos, de Borba, de Estremoz, de Évora, de Montemor-o-Novo, de Mora, de Mourão, de Portel, do Redondo, de Reguengos de Monsaraz, de Vendas Novas, de Viana do Alentejo e de Vila Viçosa já não têm dúvidas: queremos uma mulher de coração e de fibra, no Palácio de S. Bento! Vamos votar Sara Sepúlveda da Fonseca! Vamos votar CDS!
Norte Alentejano vota Ribeiro e Castro
De Nisa a Elvas, de Ponte de Sor a Campo Maior, por Alter do Chão, Arronches, Avis e Castelo de Vide, pelo Crato, Fronteira, Gavião e Marvão, ou por Monforte, Portalegre e Sousel, a mobilização é crescente. O voto é em Ribeiro e Castro, que levou Portalegre à Europa. Somos cada vez mais! Vamos reforçar as nossas posições.
Setúbal com Nuno Magalhães
De Alcácer do Sal a Sines, passando por Grândola e Santiago do Cacém, os alentejanos do distrito de Setúbal mobilizam-se para levar Nuno Magalhães e Carlos Dantas à Assembleia da República. E arrastam na maré CDS Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal. Estamos a subir. Vamos crescer.
Todo o CDS vota CDS
Respondendo ao apelo que Hemetério Cruz, mandatário do PSD, lançou no sentido de os eleitores do CDS preferirem o voto no PSD, a Comissão distrital e os candidatos do CDS lançaram um comunicado que intitulam “O CDS vota CDS” e se afirmam “surpreendidos com as declarações” do PSD e declarando que “o CDS lamenta este facto, que considera contrário à letra e ao espírito do acordo celebrado entre os dois partidos”.
Por sua vez, “o CDS mantém-se inteiramente fiel ao acordo celebrado com o PSD” e deseja manter o “respeito mútuo”, lembrando que as relações entre os dois partidos devem pautar-se por um “sólido espírito de lealdade” porque “os dois partidos estão unidos lado a lado e não um às cavalitas do outro”.
Segundo o CDS, é preciso dirigir “os apelos ao voto e toda a campanha ao eleitorado indeciso”, à abstenção e aos iludidos com os partidos de esquerda “em vez de provocar picardias entre os dois partidos da coligação”.
Por fim, o CDS afirma querer “aumentar a nossa votação, tal como aconteceu em 2002 e como indicam os estudos de opinião, no desejo de podermos levantar mais alto a nossa voz e levar mais longe o nosso esforço ao serviço das aspirações norte-alentejanas”.
Por isso, “o CDS conta, no distrito de Portalegre, com o voto de todos os seus eleitores”, apelando ainda ao voto dos indecisos e dos que se abstiveram, até porque “estamos a subir” e “queremos subir mais para servir melhor."
O voto útil

